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4. Linha de Comando


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4.1 Introdução a Linha de Comando

Operador: '

O operador apóstrofo ' evita avaliação.

Aplicado a um símbolo, o apóstrofo evita avaliação do símbolo.

Aplicado a uma chamada de função, o apóstrofo evita avaliação da chamada de função, embora os argumentos da função sejam ainda avaliados (se a avaliação não for de outra forma evitada). O resultado é a forma substantiva da chamada de função.

Aplicada a uma espressão com parêntesis, o apóstrofo evita avaliação de todos os símbolos e chamadas de função na expressão. E.g., '(f(x)) significa não avalie a expressão f(x). 'f(x) (com apóstrofo aplicado a f em lugar de f(x)) retorna a forma substantiva de f aplicada a [x].

O apóstrofo nao evita simplificação.

Quando o sinalizador global noundisp for true, substantivos são mostrados com um apóstrofo. Esse comutador é sempre true quando mostrando definições de funções.

Veja também operador apóstrofo-apóstrofo '' e nouns.

Exemplos:

Aplicado a um símbolo, o apóstrofo evita avaliação do símbolo.

(%i1) aa: 1024;
(%o1)                         1024
(%i2) aa^2;
(%o2)                        1048576
(%i3) 'aa^2;
                                 2
(%o3)                          aa
(%i4) ''%;
(%o4)                        1048576

Aplicado a uma chamada de função, o apóstrofo evita avaliação da chamada de função. O resultado é a forma substantiva da chamada de função.

(%i1) x0: 5;
(%o1)                           5
(%i2) x1: 7;
(%o2)                           7
(%i3) integrate (x^2, x, x0, x1);
                               218
(%o3)                          ---
                                3
(%i4) 'integrate (x^2, x, x0, x1);
                             7
                            /
                            [   2
(%o4)                       I  x  dx
                            ]
                            /
                             5
(%i5) %, nouns;
                               218
(%o5)                          ---
                                3

Aplicado a uma expressão com parêntesis, o apóstrofo evita avaliação de todos os símbolos e chamadas de função na expressão.

(%i1) aa: 1024;
(%o1)                         1024
(%i2) bb: 19;
(%o2)                          19
(%i3) sqrt(aa) + bb;
(%o3)                          51
(%i4) '(sqrt(aa) + bb);
(%o4)                     bb + sqrt(aa)
(%i5) ''%;
(%o5)                          51

O apóstrofo não evita simplificação.

(%i1) sin (17 * %pi) + cos (17 * %pi);
(%o1)                          - 1
(%i2) '(sin (17 * %pi) + cos (17 * %pi));
(%o2)                          - 1
Operador: "

O operador apóstrofo-apóstrofo '' (dois apóstrofost) modifica avaliação em expressões de entrada.

Aplicado a uma expressão geral expr, apóstrofo-apóstrofo faz com que o valor de expr seja substituído por expr na expressão de entrada.

Aplicado ao operadro de uma expressão, apóstrofo-apóstrofo modifica o operadro de um susbstantivo para um verbo (se esse operador não for já um verbo).

O operador apóstrofo-apóstrofo é aplicado através do passador de entrada; o apóstrofo-apóstrofo não é armazenado como parte de uma expressão de entrada passada. O operador apóstrofo-apóstrofo é sempre aplicado tão rapidamente quanto for passado, e não pode receber um terceiro apóstrofo. Dessa forma faz com que ocorra avaliação quando essa avaliação for de outra forma suprimida, da mesma forma que em definições de função, definições de expressãoes lambda, e expressões que recebem um apóstrofo simples '.

Apóstrofo-apóstrofo é reconhecido por batch e load.

Veja também o operador apóstrofo ' e nouns.

Exemplos:

Aplicado a uma expressão geral expr, apóstrofo-apóstrofo fazem com que o valor de expr seja substituido por expr na expressão de entrada.

(%i1) expand ((a + b)^3);
                     3        2      2      3
(%o1)               b  + 3 a b  + 3 a  b + a
(%i2) [_, ''_];
                         3    3        2      2      3
(%o2)     [expand((b + a) ), b  + 3 a b  + 3 a  b + a ]
(%i3) [%i1, ''%i1];
                         3    3        2      2      3
(%o3)     [expand((b + a) ), b  + 3 a b  + 3 a  b + a ]
(%i4) [aa : cc, bb : dd, cc : 17, dd : 29];
(%o4)                   [cc, dd, 17, 29]
(%i5) foo_1 (x) := aa - bb * x;
(%o5)                 foo_1(x) := aa - bb x
(%i6) foo_1 (10);
(%o6)                      cc - 10 dd
(%i7) ''%;
(%o7)                         - 273
(%i8) ''(foo_1 (10));
(%o8)                         - 273
(%i9) foo_2 (x) := ''aa - ''bb * x;
(%o9)                 foo_2(x) := cc - dd x
(%i10) foo_2 (10);
(%o10)                        - 273
(%i11) [x0 : x1, x1 : x2, x2 : x3];
(%o11)                    [x1, x2, x3]
(%i12) x0;
(%o12)                         x1
(%i13) ''x0;
(%o13)                         x2
(%i14) '' ''x0;
(%o14)                         x3

Aplicado ao operador de uma expressão, apóstrofo-apóstrofo muda o operadro de um substantivo para um verbo (se esse operadro não for já um verbo).

(%i1) sin (1);
(%o1)                        sin(1)
(%i2) ''sin (1);
(%o2)                    0.8414709848079
(%i3) declare (foo, noun);
(%o3)                         done
(%i4) foo (x) := x - 1729;
(%o4)                 ''foo(x) := x - 1729
(%i5) foo (100);
(%o5)                       foo(100)
(%i6) ''foo (100);
(%o6)                        - 1629

O operador apóstrofo-apóstrofo é aplicado por meio de um passador de entrada; operador-apóstrofo não é armazenado como parte da expressão de entrada.

(%i1) [aa : bb, cc : dd, bb : 1234, dd : 5678];
(%o1)                 [bb, dd, 1234, 5678]
(%i2) aa + cc;
(%o2)                        dd + bb
(%i3) display (_, op (_), args (_));
                           _ = cc + aa

                         op(cc + aa) = +

                    args(cc + aa) = [cc, aa]

(%o3)                         done
(%i4) ''(aa + cc);
(%o4)                         6912
(%i5) display (_, op (_), args (_));
                           _ = dd + bb

                         op(dd + bb) = +

                    args(dd + bb) = [dd, bb]

(%o5)                         done

Apóstrofo apóstrofo faz com que ocorra avaliação quando a avaliação tiver sido de outra forma suprimida, da mesma forma que em definições de função, da mesma forma que em definições de função lambda expressions, E expressões que recebem o apóstrofo simples '.

(%i1) foo_1a (x) := ''(integrate (log (x), x));
(%o1)               foo_1a(x) := x log(x) - x
(%i2) foo_1b (x) := integrate (log (x), x);
(%o2)           foo_1b(x) := integrate(log(x), x)
(%i3) dispfun (foo_1a, foo_1b);
(%t3)               foo_1a(x) := x log(x) - x

(%t4)           foo_1b(x) := integrate(log(x), x)

(%o4)                      [%t3, %t4]
(%i4) integrate (log (x), x);
(%o4)                     x log(x) - x
(%i5) foo_2a (x) := ''%;
(%o5)               foo_2a(x) := x log(x) - x
(%i6) foo_2b (x) := %;
(%o6)                    foo_2b(x) := %
(%i7) dispfun (foo_2a, foo_2b);
(%t7)               foo_2a(x) := x log(x) - x

(%t8)                    foo_2b(x) := %

(%o8)                      [%t7, %t8]
(%i8) F : lambda ([u], diff (sin (u), u));
(%o8)             lambda([u], diff(sin(u), u))
(%i9) G : lambda ([u], ''(diff (sin (u), u)));
(%o9)                  lambda([u], cos(u))
(%i10) '(sum (a[k], k, 1, 3) + sum (b[k], k, 1, 3));
(%o10)         sum(b , k, 1, 3) + sum(a , k, 1, 3)
                    k                  k
(%i11) '(''(sum (a[k], k, 1, 3)) + ''(sum (b[k], k, 1, 3)));
(%o11)             b  + a  + b  + a  + b  + a
                    3    3    2    2    1    1

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4.2 Funções e Variáveis Definidas para Linha de Comando

Função: alias (new_name_1, old_name_1, ..., new_name_n, old_name_n)

provê um nome alternativo para uma função (de usuário ou de sistema), variável, array, etc. Qualquer número de argumentos pode ser usado.

Variável de opção: debugmode

Valor padrão: false

Quando um erro do Maxima ocorre, Maxima iniciará o depurador se debugmode for true. O usuário pode informar comandos para examinar o histórico de chamadas, marcar pontos de parada, percorrer uma linha por vez o código do Maxima, e assim por diante. Veja debugging para uma lista de opções do depurador.

Habilitando debugmode por meio da alteração de seu valor para true, não serão capturados erros do Lisp.

Função: ev (expr, arg_1, ..., arg_n)

Avalia a expressão expr no ambiente especificado pelos argumentos arg_1, ..., arg_n. Os argumentos são comutadores (sinalizadores Booleanos), atribuições, equações, e funções. ev retorna o resultado (outra expressão) da avaliação.

A avaliação é realizada em passos, como segue.

  1. Primeiro o ambiente é preparado examinando os argumentos que podem ser quaisquer ou todos os seguintes.
    • simp faz com que expr seja simplificado independentemente da posição do comutador simp que inibe simplificação se false.
    • noeval suprime a fase de avaliação de ev (veja passo (4) adiante). Isso é útil juntamente com outros comutadores e faz com que expr seja simplificado novamente sem ser reavaliado.
    • nouns causa a avaliação de formas substantivas (tipicamente funções não avaliadas tais como 'integrate ou 'diff) em expr.
    • expand causa expansão.
    • expand (m, n) causa expansão, alterando os valores de maxposex e maxnegex para m e n respectivamente.
    • detout faz com que qualquer matriz inversa calculada em expr tenha seu determinante mantido fora da inversa ao invés de dividindo a cada elemento.
    • diff faz com que todas as diferenciações indicadas em expr sejam executadas.
    • derivlist (x, y, z, ...) causa somente diferenciações referentes às variáveis indicadas.
    • float faz com que números racionais não inteiros sejam convertidos para ponto flutuante.
    • numer faz com que algumas funções matemáticas (incluindo a exponenciação) com argumentos sejam valiadas em ponto flutuante. Isso faz com que variávels em expr que tenham sido dados numervals (valores numéricos) sejam substituídas por seus valores. Isso também modifica o comutador float para ativado.
    • pred faz com que predicados (expressões que podem ser avaliados em true ou false) sejam avaliadas.
    • eval faz com que uma avaliação posterior de expr ocorra. (Veja passo (5) adiante.) eval pode ocorrer multiplas vezes. Para cada instância de eval, a expressão é avaliada novamente.
    • A onde A é um átomo declarado seja um sinalizador de avaliação (veja evflag) faz com que A seja associado a true durante a avaliação de expr.
    • V: expresão (ou alternativamente V=expressão) faz com que V seja associado ao valor de expressão durante a avaliação de expr. Note que se V é uma opção do Maxima, então expression é usada para seu valor durante a avaliação de expr. Se mais que um argumento para ev é desse tipo então a associação termina em paralelo. Se V é uma expressão não atômica então a substituição, ao invés de uma associação, é executada.
    • F onde F, um nome de função, tenha sido declarado para ser uma função de avaliação (veja evfun) faz com que F seja aplicado a expr.
    • Qualquer outro nome de função (e.g., sum) causa a avaliação de ocorrências desses nomes em expr mesmo que eles tenham sido verbos.
    • De forma adicional uma função ocorrendo em expr (digamos F(x)) pode ser definida localmente para o propósito dessa avaliação de expr dando F(x) := expressão como um argumento para ev.
    • Se um átomo não mensionado acima ou uma variável subscrita ou expressão subscrita for dada como um argumento, isso é avaliado e se o resultado for uma equação ou uma atribuição então a associação indicada ou substituição é executada. Se o resultado for uma lista então os membros da lista serão tratados como se eles fossem argumentos adicionais dados para ev. Isso permite que uma lista de equações seja dada (e.g. [X=1, Y=A**2]) ou que seja dado uma lista de nomes de equações (e.g., [%t1, %t2] onde %t1 e %t2 são equações) tais como aquelas listas retornadas por solve.

    Os argumentos de ev podem ser dados em qualquer ordem com exceção de substituições de equações que são manuseadas em seqüência, da esquerda para a direita, e funções de avaliação que são compostas, e.g., ev (expr, ratsimp, realpart) são manuseadas como realpart (ratsimp (expr)).

    Os comutadores simp, numer, float, e pred podem também ser alterados localmente em um bloco, ou globalmente no Maxima dessa forma eles irã permanecer em efeito até serem resetados ao término da execução do bloco.

    Se expr for uma expressão racional canônica (CRE), então a expressão retornada por ev é também uma CRE, contanto que os comutadores numer e float não sejam ambos true.

  2. Durante o passo (1), é feito uma lista de variáveis não subscritas aparecendo do lado esquerdo das equações nos argumentos ou nos valores de alguns argumentos se o valor for uma equação. As variáveis (variáveis subscritas que não possuem funções array associadas bem como variáveis não subscritas) na expressão expr são substituídas por seus valores globais, exceto para esse aparecendo nessa lista. Usualmente, expr é apenas um rótulo ou % (como em %i2 no exemplo adiante), então esse passo simplesmente repete a expressão nomeada pelo rótulo, de modo que ev possa trabalhar sobre isso.
  3. Se quaisquer substituições tiveem sido indicadas pelos argumentos, elas serão realizadas agora.
  4. A expressão resultante é então reavaliada (a menos que um dos argumentos seja noeval) e simplificada conforme os argumentos. Note que qualquer chamada de função em expr será completada depois das variáveis nela serem avalidas e que ev(F(x)) dessa forma possa comportar-se como F(ev(x)).
  5. Para cada instância de eval nos argumentos, os passos (3) e (4) são repetidos.

Exemplos

(%i1) sin(x) + cos(y) + (w+1)^2 + 'diff (sin(w), w);
                                     d                    2
(%o1)              cos(y) + sin(x) + -- (sin(w)) + (w + 1)
                                     dw
(%i2) ev (%, sin, expand, diff, x=2, y=1);
                          2
(%o2)           cos(w) + w  + 2 w + cos(1) + 1.909297426825682

Uma sintaxe alternativa de alto nível tem sido provida por ev, por meio da qual se pode apenas digitar seus argumentos, sem o ev(). Isto é, se pode escrever simplesmente

expr, arg_1, ..., arg_n

Isso não é permitido como parte de outra expressão, e.g., em funções, blocos, etc.

Observe o processo de associação paralela no seguinte exemplo.

(%i3) programmode: false;
(%o3)                                false
(%i4) x+y, x: a+y, y: 2;
(%o4)                              y + a + 2
(%i5) 2*x - 3*y = 3$
(%i6) -3*x + 2*y = -4$
(%i7) solve ([%o5, %o6]);
Solution

                                          1
(%t7)                               y = - -
                                          5

                                         6
(%t8)                                x = -
                                         5
(%o8)                            [[%t7, %t8]]
(%i8) %o6, %o8;
(%o8)                              - 4 = - 4
(%i9) x + 1/x > gamma (1/2);
                                   1
(%o9)                          x + - > sqrt(%pi)
                                   x
(%i10) %, numer, x=1/2;
(%o10)                      2.5 > 1.772453850905516
(%i11) %, pred;
(%o11)                               true
Propriedade: evflag

Quando um símbolo x tem a propriedade evflag, as expressões ev(expr, x) e expr, x (na linha de comando interativa) são equivalentes a ev(expr, x = true). Isto é, x está associada a true enquanto expr for avaliada.

A expressão declare(x, evflag) fornece a propriedade evflag para a variável x.

Os sinalizadores que possuem a propriedade evflag por padrão são os seguintes: algebraic, cauchysum, demoivre, dotscrules, %emode, %enumer, exponentialize, exptisolate, factorflag, float, halfangles, infeval, isolate_wrt_times, keepfloat, letrat, listarith, logabs, logarc, logexpand, lognegint, lognumer, m1pbranch, numer_pbranch, programmode, radexpand, ratalgdenom, ratfac, ratmx, ratsimpexpons, simp, simpsum, sumexpand, e trigexpand.

Exemplos:

(%i1) sin (1/2);
                                 1
(%o1)                        sin(-)
                                 2
(%i2) sin (1/2), float;
(%o2)                   0.479425538604203
(%i3) sin (1/2), float=true;
(%o3)                   0.479425538604203
(%i4) simp : false;
(%o4)                         false
(%i5) 1 + 1;
(%o5)                         1 + 1
(%i6) 1 + 1, simp;
(%o6)                           2
(%i7) simp : true;
(%o7)                         true
(%i8) sum (1/k^2, k, 1, inf);
                            inf
                            ====
                            \     1
(%o8)                        >    --
                            /      2
                            ====  k
                            k = 1
(%i9) sum (1/k^2, k, 1, inf), simpsum;
                                 2
                              %pi
(%o9)                         ----
                               6
(%i10) declare (aa, evflag);
(%o10)                        done
(%i11) if aa = true then SIM else NÃO;
(%o11)                         NÃO
(%i12) if aa = true then SIM else NÃO, aa;
(%o12)                         SIM
Propriedade: evfun

Quando uma função F tem a propriedade evfun, as expressões ev(expr, F) e expr, F (na linha de comando interativa) são equivalentes a F(ev(expr)).

Se duas ou mais funções F, G, etc., que possuem a propriedade evfun forem especificadas, as funções serão aplicadas na ordem em que forem especificadas.

A expressão declare(F, evfun) fornece a propriedade evfun para a função F.

As funções que possuem a propriedade evfun por padrão são as seguintes: bfloat, factor, fullratsimp, logcontract, polarform, radcan, ratexpand, ratsimp, rectform, rootscontract, trigexpand, e trigreduce.

Exemplos:

(%i1) x^3 - 1;
                              3
(%o1)                        x  - 1
(%i2) x^3 - 1, factor;
                                2
(%o2)                 (x - 1) (x  + x + 1)
(%i3) factor (x^3 - 1);
                                2
(%o3)                 (x - 1) (x  + x + 1)
(%i4) cos(4 * x) / sin(x)^4;
                            cos(4 x)
(%o4)                       --------
                               4
                            sin (x)
(%i5) cos(4 * x) / sin(x)^4, trigexpand;
                 4           2       2         4
              sin (x) - 6 cos (x) sin (x) + cos (x)
(%o5)         -------------------------------------
                                4
                             sin (x)
(%i6) cos(4 * x) / sin(x)^4, trigexpand, ratexpand;
                           2         4
                      6 cos (x)   cos (x)
(%o6)               - --------- + ------- + 1
                          2          4
                       sin (x)    sin (x)
(%i7) ratexpand (trigexpand (cos(4 * x) / sin(x)^4));
                           2         4
                      6 cos (x)   cos (x)
(%o7)               - --------- + ------- + 1
                          2          4
                       sin (x)    sin (x)
(%i8) declare ([F, G], evfun);
(%o8)                         done
(%i9) (aa : bb, bb : cc, cc : dd);
(%o9)                          dd
(%i10) aa;
(%o10)                         bb
(%i11) aa, F;
(%o11)                        F(cc)
(%i12) F (aa);
(%o12)                        F(bb)
(%i13) F (ev (aa));
(%o13)                        F(cc)
(%i14) aa, F, G;
(%o14)                      G(F(cc))
(%i15) G (F (ev (aa)));
(%o15)                      G(F(cc))
Variável de opção: infeval

Habilita o modo "avaliação infinita". ev repetidamente avalia uma expressão até que ela permaneça invariante. Para prevenir uma variável, digamos X, seja demoradamente avaliada nesso modo, simplesmente inclua X='X como um argumento para ev. Certamente expressões tais como ev (X, X=X+1, infeval) irão gerar um ciclo infinito.

Função: kill (a_1, ..., a_n)
Função: kill (labels)
Função: kill (inlabels, outlabels, linelabels)
Função: kill (n)
Função: kill ([m, n])
Função: kill (values, functions, arrays, ...)
Função: kill (all)
Função: kill (allbut (a_1, ..., a_n))

Remove todas as associações (valor, funções, array, ou regra) dos argumentos a_1, ..., a_n. Um argumento a_k pode ser um símbolo ou um elemento de array simples. Quando a_k for um elemento de array simples, kill remove a associação daquele elemento sem afetar qualquer outro elemento do array.

Muitos argumentos especiais são reconhecidos. Diferentes famílias de argumentos podem ser combinadas, e.g., kill (inlabels, functions, allbut (foo, bar))

todos os rótulos de entrada, de saída, e de expressões intermediárias criados até então. kill (inlabels) libera somente rótudos de entrada que começam com o valor corrente de inchar. De forma semelhante, kill (outlabels) libera somente rótulos de saída que começam com o valor corrente de outchar, e kill (linelabels) libera somente rótulos de expressões intermediárias que começam com o valor corrente de linechar.

kill (n), onde n é um inteiro, libera os n mais recentes rótulos de entrada e saída.

kill ([m, n]) libera rótulos de entrada e saída de m até n.

kill (infolist), onde infolist é um item em infolists (tais como values, functions, ou arrays) libera todos os ítens em infolist. Veja também infolists.

kill (all) liberar todos os ítens em todas as infolists. kill (all) não retorna variáveis globais para seus valores padrões; Veja reset sobre esse ponto.

kill (allbut (a_1, ..., a_n)) remove a associação de todos os itens sobre todas as infolistas exceto para a_1, ..., a_n. kill (allbut (infolist)) libera todos os ítens exceto para si próprio em infolist, onde infolist é values, functions, arrays, etc.

A memória usada por uma propriedade de associação não será liberada até que todos os símbolos sejam liberados disso. Em particular, para liberar a memória usada pelo valor de um símbolo, deve-se liberar o rótulo de saída que mosta o valor associado, bem como liberando o próprio símbolo.

kill coloca um apóstro em seus argumentos (não os avalia). O operador apóstrofo-apóstrofo, '', faz com que ocorra avaliação.

kill (símbolo) libera todas as propriedades de símbolo. Em oposição, remvalue, remfunction, remarray, e remrule liberam uma propriedade específica.

kill sempre retorna done, igualmente se um argumento não tem associações.

Função: labels (símbolo)
Variável de sistema: labels

Retorna a lista de rótulos de entradas, de saída, de expressões intermediárias que começam com símbolo. Tipicamente símbolo é o valor de inchar, outchar, ou linechar. O caracter rótulo pode ser dado com ou sem o sinal de porcentagem, então, por exemplo, i e %i retornam o mesmo resultado.

Se nenhum rótulo começa com símbolo, labels retorna uma lista vazia.

A função labels não avalia seu argumento. O operador apóstrofo-apóstrofo '' faz com que ocorra avaliação. Por exemplo, labels (''inchar) retorna os rótulos de entrada que começam com o caractere corrente do rótulo de entrada.

A variável labels é uma lista de rótulos de entrada, saída, e de expressões intermediárias, incluindo todos os rótulos anteriores se inchar, outchar, ou linechar que tiverem sido redefinidos.

Por padrão, Maxima mostra o resultado de cada expressão de entrada do usuário, dando ao resultado um rótulo de saída. A exibição da saída é suprimida pelo encerramento da entrada com $ (sinal de dolar) em lugar de ; (ponto e vírgula). Um rótulo de saída é construido e associado ao resultado, mas não é mostrado, e o rótulo pode ser referenciado da mesma forma que rótulos de saída mostrados. Veja também %, %%, e %th.

Rótulos de expressões intermediárias podem ser gerados por algumas funções. O sinalizador programmode controla se solve e algumas outras funções geram rótulos de expressões intermediárias em lugar de retornar uma lista de expressões. Algumas outras funções, tais como ldisplay, sempre geram rótulos de expressões intermediárias.

Veja também inchar, outchar, linechar, e infolists.

Variável de sistema: linenum

Retorna o número da linha do par corrente de expressões de entrada e saída.

Variável de sistema: myoptions

Valor padrão: []

myoptions é a lista de todas as opções alguma vez alteradas pelo usuário, tenha ou não ele retornado a alteração para o seu valor padrão.

Variável de opção: nolabels

Valor padrão: false

Quando nolabels for true, rótulos de entrada e saída (%i e %o, respectivamente) são mostrados, mas os rótulos não são associados aos resultados, e os rótulos não são anexados ao final da lista labels. Uma vez que rótulos não são associados aos resultados, a reciclagem pode recuperar a memória tomada pelos resultados.

De outra forma rótulos de entrada e saída são associados aos resultados, e os rótulos são anexados ao final da lista labels.

Veja também batch, batchload, e labels.

Variável de opção: optionset

Valor padrão: false

Quando optionset for true, Maxima mostrará uma mensagem sempre que uma opção do Maxima for alterada. Isso é útil se o usuário está incerto sobre a ortografia de alguma opção e quer ter certeza que a variável por ele atribuído um valor foi realmente uma variável de opção.

Função: playback ()
Função: playback (n)
Função: playback ([m, n])
Função: playback ([m])
Função: playback (input)
Função: playback (slow)
Função: playback (time)
Função: playback (grind)

Mostra expressões de entrada, de saída, e expressões intermediárias, sem refazer os cálculos. playback somente mostra as expressões associadas a rótulos; qualquer outra saída (tais como textos impressos por print ou describe, ou messagens de erro) não é mostrada. Veja também labels.

playback não avalia seus argumentos. O operador apóstrofo-apóstrofo, '', sobrepõe-se às aspas. playback sempre retorna done.

playback () (sem argumentos) mostra todas as entradas, saídas e expressões intermediárias geradas até então. Uma expressão de saída é mostrada mesmo se for suprimida pelo terminador $ quando ela tiver sido originalmente calculada.

playback (n) mostra as mais recentes n expressões. Cada entrada, saída e expressão intermediária conta como um.

playback ([m, n]) mostra entradas, saídas e expressões intermediárias com os números de m até n, inclusive.

playback ([m]) é equivalente a playback ([m, m]); isso usualmente imprime um par de expressões de entrada e saída.

playback (input) mostra todas as expressões de entrada geradas até então.

playback (slow) insere pausas entre expressões e espera que o usuário pressione enter. Esse comportamento é similar a demo. playback (slow) é útil juntamente com save ou stringout quando criamos um arquivo secundário de armazenagem com a finalidade de capturar expressões úteis.

playback (time) mostra o tempo de computação de cada expressão.

playback (grind) mostra expressões de entrada no mesmo formato da função grind. Expressões de saída não são afetadas pela opção grind. Veja grind.

Argumentos podem ser combinados, e.g., playback ([5, 10], grind, time, slow).

Função: printprops (a, i)
Função: printprops ([a_1, ..., a_n], i)
Função: printprops (all, i)

Mostra a propriedade como o indicador i associada com o átomo a. a pode também ser uma lista de átomos ou o átomo all nesse caso todos os átomos com a propriedade dada serão usados. Por exemplo, printprops ([f, g], atvalue). printprops é para propriedades que não podem ser mostradas de outra forma, i.e. para atvalue, atomgrad, gradef, e matchdeclare.

Variável de opção: prompt

Valor padrão: _

prompt é o símbolo de linha de comando da função demo, modo playback (slow), e da interrupção de ciclos do Maxima (como invocado por break).

Função: quit ()

Encerra a sessão do Maxima. Note que a função pode ser invocada como quit(); ou quit()$, não por sí mesma quit.

Para parar um cálculo muito longo, digite control-C. A ação padrão é retornar à linha de comando do Maxima. Se *debugger-hook* é nil, control-C abre o depurador Lisp. Veja também debugging.

Função: remfunction (f_1, ..., f_n)
Função: remfunction (all)

Desassocia as definições de função dos síbolos f_1, ..., f_n. Os argumentos podem ser os nomes de funções comuns (criadas por meio de := ou define) ou funções macro (criadas por meio de ::=).

remfunction (all) desassocia todas as definições de funcção.

remfunction coloca um ap'ostrofo em seus argumentos (não os avalia).

remfunction retorna uma lista de símbolos para a qual a definição de função foi desassociada. false é retornado em lugar de qualquer símbolo para o qual não exista definição de função.

Função: reset ()

Retorna muitas variáveis globais e opções, e algumas outras variáveis, para seus valores padrões.

reset processa as variáveis na lista Lisp *variable-initial-values*. A macro Lisp defmvar coloca variáveis nessa lista (entre outras ações). Muitas, mas não todas, variáveis globais e opções são definidas por defmvar, e algumas variáveis definidas por defmvar não são variáveis globais ou variáveis de opção.

Variável de opção: showtime

Valor padrão: false

Quando showtime for true, o tempo de computação e o tempo decorrido são impressos na tela com cada expressão de saída.

O tempo de cálculo é sempre gravado, então time e playback podem mostrar o tempo de cálculo mesmo quando showtime for false.

Veja também timer.

Função: sstatus (recurso, pacote)

Altera o status de recurso em pacote. Após sstatus (recurso, pacote) ser executado, status (recurso, pacote) retorna true. Isso pode ser útil para quem escreve pacotes, para manter um registro de quais recursos os pacotes usam.

Função: to_lisp ()

Insere o sistema Lisp dentro do Maxima. (to-maxima) retorna para o Maxima.

Variável de sistema: values

Valor inicial: []

values é uma lista de todas as varáveis de usuário associadas (não opções Maxima ou comutadores). A lista compreende símbolos associados por : , ::, ou :=.


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